Geraldo Vandré, vamos tomar um café?

Não 
Não há por que mentir ou esconder
A dor que foi maior do que é capaz meu coração
Não
Nem há por que seguir
Cantando só para explicar
Não vai nunca entender de amor
Quem nunca soube amar.
Ah…
Eu vou voltar pra mim
Seguir sozinho assim
Até me consumir
Ou consumir
Toda essa dor
Até sentir de novo 
O coração 
Capaz de amor.

 

Por onde andará Geraldo Vandré? Em breve.

A medida do impossível

A medida do impossível era tentar, e tentei

Não credito a mim glória e nem fama

Não saber a medida do impossível, do improvável e do inesperado

Foi tudo o que eu usei para tentar e tentei.

Não acredito em metade das coisas que digo

Caio em contradição mais de 3 vezes por semana.

Me provocam e eu provoco. Ação e reação. Dualidade. Não da mais.

Donde foram parar aqueles planos? Aonnde foi passear aquele casal feliz que andava de mãos dadas no parque?

Cadê? Se escondeu? Se ainda estiver por aí, tenha a bondade de aparecer.

De alguma maneira, a medida do impossível e ímpossível de se medir. Talvez seja como Deus, que utilizamos para saber a medida e o tamanho dos nossos medos, já dizia Lennon.

Carrego comigo a culpa de calar e o peso de falar. Carrego em mim o fardo amargo disso tudo.

Mas a verdadeira existência compacta, convicta e uniforme, de uma maneira holística e cabalística, depende de haver uma cerveja gelada no final da tarde.

E ponto final mestre.

1980 foi uma merda…

Lennon foi pro saco. Cartola e Vínicius também. E o GPS começou a funcionar. De lá pra cá, apesar do GPS tentar, com a falta dos três primeiros fica cada vez mais difícil se encontrar.

 

Ciao.

É como já dizia…

O China, que ao ser indagado sobre como andava a vida, saiu-se com:

-Ah, to empurrando com a barriga. E olha que de barriga eu entendo.

O Millôr, quando filosofava sobre a situação (já atualmente antiga) da política nacional:

-A situação tá tão feia que já estão tapando o Sol sem a peneira.

O Luis Fernando Veríssimo quando profetizou que:

É “de esquerda” ser a favor do aborto e contra a pena de morte, enquanto direitistas defendem o direito do feto à vida, porque é sagrada, e o direito do Estado de matá-lo se ele der errado.

E o Didi Mocó, quando advertiu:

-O Marlon Brando amantegou a Maria Schneider, e asdepois vai mantêga ocê também.

 

Meus filhos do Brasil, mãos ao alto e rendei-voz. 

Um abraço do dabliubê.

Um mergulho de cabeça no estranho céu sem fundo

As cinco músicas que Felipe Cotta ouviria até ficar surdo:

5- Dont Stop Me Now – Queen

4- Thats All – Genesis

3- Penny Lane – Beatles

2- Borzeguim – Tom Jobim

1- Great Gig In The Sky – Pink Floyd

 

É isso aí, quem quiser, dê um pulo no: http://felipecotta.wordpress.com/

Um abrassão a todos e não esqueçam de continuar comentando e lendo e revendo.

 

W.B

Essa provavelmente entraria no top 10

 

 

Como eu não previ…

Como eu nunca sei…

W.B