É óbvio, tá na cara e Eu já sabia.

Como assim não? Quem falou não, não sabia disso.

Disso o quê? Disso tudo oras, é tão óbvio, tá na cara.

Na cara de quem? Na cara de quem quiser ver, não precisa de espelho, tá na cara do teu irmão,

aquele que se abanca ao seu lado, te pede um trago e você diz não.

Se abanca aonde? Aonde, geralmente, você se senta primeiro. Não é o primeiro a chegar e nem o último a sair.

Não és o primeiro em nada do que já foste um dia e nem o útlimo por que tens medo de voltar a ser o primeiro.

Mente que sente e sinta-se a mesa. Sinta-se a vida. Sinta-se a casa. Um brinde a tolice desvairada. Amém nóis tudo. 

Assim mesmo, na terra e no céu. Cabe a mim, cabe a ti, cabe a cada um nós. Se não couber vai apertado mesmo. 

Dá uma força? Claro, como não? Como não?? Como assim porra? Pois não. Pois é. Todavia, entretando. Mentiras.

Nem me fale.

 

Um abraço. Dabliubê.

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