O Zé Ninguém

Versinho 1

Quem foi ou deixou de ser, nunca me passou pela cabeça

O que é, ou ainda está por vir, o será, nunca quis se apresentar

O talvez, o quem sabe, o “a gente precisa conversar” esperava que nunca chegasse

A mensagem, o silêncio, a angústia, isso tudo passa. O vazio fica.

Eu mesmo aqui, ali e acolá com os dedos vacilanes sobre as teclas nem consigo expressar

O que passa aqui dentro, que é pra’ nenhum de vocês conseguir enxergar.

 

Poeminha 2:

Como de fato era de se esperar, esperei

De maneira que sutilmente, relevei

Ao passo que inutilmente, tentei

E que por fim, me ignoraste.

 

Haikai de brinde:

ser sol da tua noite em claro,
a meia-lua dos gatos no cio.
o chão de terra do teu rastro,
da tua carne tirar meu vício.

 

Os dois do começo são meus e foram feitos pelo simples ato de fazer, corrente daqueles que pregam o prego e erguem o muro, sem saber muito pra o que vai servir. De qualquer maneira ta ai. O Hai Kai foi brinde mesmo, para você. É, você mesmo.

 

Besos e abrassos do Rasputin das palavras, o Dabliubê.

Desafiando a lógica, a decência e os bons costumes a vinte e poucos (1) anos.

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