O Poeta e a estrada

A poesia parou e me deu carona. Embarquei. Mesmo não sendo de barco.

Não tinha o balanço, não tinha o cheiro e nem a cor. Peraí, preciso mijar.

Tinha a companhia e a respota ao dedo em riste.

Poesia é igual pegar carona bicho! Você para com o dedo em riste (no caso da carona)

E espera que algum carro pare. Com as palavras é assim.

E se a vida é poesia, para os malditos que ainda se propõem, e como dio mio!

O movimento é esse. Há os que vão pela estrada, em alta velocidade e de vez em quando param.

Param para ajudar o que anda na borda. O da borda sempre vai em frente esperando que alguém pare.

Mas o nariz nunca deixa esquecer o rumo a ser seguido.

Arriba y arriba.

 

Numa tacada só. W.B

bai bai.

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s