Monthly Archives: Outubro 2008

A sexta-feira já passou da metade e…

Como já dizia o Tom Zé:

O dólar é moeda falsa

Americano já não consegue segurar as calças

Alemanha quase pedindo esmola

A inglesa não usa mais calçola

Na Itália não tem mais sutiã

Suiça não lava mais a bunda de manhã

Ooooooo Cabrobró, Ooooo Cabrobró

Eles vão tomar no fiofó.

PS. E olha que o Marx avisou lá atrás.

Beijosêabraços W.B.

Red Hooded Sweatshirt

Os vídeos da nossa sexta.

Divirtam-se bêibes.

As saudades

Aquele homem sentado no banco sentia saudades. Acendia um cigarro, nada de muito comprometedor com relação ao seu caráter e olhava indiferente tudo. Belaroba, pensava ele. Nada que eu também não tenha pensado, mas ele sentia saudades. A dor era saber que era uma doença sem remédio. Não há cura. Não há choro, quisá vela. Deitado na vida, sentado no banco, por cima ou por baixo o importante é não ficar parado. Mas ele estava. De qualquer forma, a fumaça do cigarro tentava buscar a alma que esse homem tanto sentia a falta, e por isso, dia após dia, hora após hora, minuto após minuto, ele acendia um pertinente cigarro e fazia das suas dores oratório. Maldita saudades me dê uma trégua.

Até a próxima. W.B

As dores da terça

Durante as terças este blog tentará publicar contos inacabados e sem sentido aparente.

O Amor é coletivo

Dois estranhos olhos se cruzam. Um par castanho claro, e um outro castanho escuro. Estranhos.Ela fala sobre trabalho, teatro e pessoas na velocidade da vida. Ele divaga sobre o movimento dos lábios dela e se ainda tem ou não uma cerveja gelada no fundo da geladeira. Como já disse o Reinaldo Moraes, é a única correlação existente entre minha vida prosseguir ou não. Então ele aperta um botão e vai até o fundo do ônibus. Ela também. As portas se abrem. Ele desce. Ela também. Eles caminham na mesma direção. Ele um pouco atrás, ela um pouco a frente. Ela para e espera o sinal fechar. Ele também. Ela atravessa a rua. Ele também. Estariam os dois indo para os mesmos lugar? Ela diz não. Ele também. O que sobra do amor coletivo são dois estranhos que passam na rua, nunca se viram e morrem de amor um pelo outro. Ela vai para casa. Ele não. Quem sabe amanhã agente se encontra denovo? Ela diz que talvez. Ele também.

Até a próxima.

W.B

O Que Papai e Mamãe Noel Fazem na Primavera e no Verão?

A última coisa que esqueceram nesta eleição foi o respeito

Quem tiver o dom da curiosidade, acesse o link abaixo e veja o vídeo até o final.

http://bandnewstv.band.com.br/conteudo.asp?ID=111108&CNL=20